Defesa & Geopolítica

Qatar seleciona o caça Dassault Rafale

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O Qatar encerrou uma longa campanha de seleção para aquisição de um novo avião de combate para sua Força Aérea. O supersônico Dassault Rafale foi anunciado como vencedor da concorrência.

A confirmação da encomenda possui 24 caças envolvidos e será assinada na próxima segunda-feira (04), em evento que contará com a presença do presidente francês François Hollande.

O país do Golfo Pérsico é operador de longa data de jatos militares franceses como o Mirage F1 , Mirage 2000 e Alpha Jet.

O negócio prestes a ser firmado com o Qatar é continuação de uma sucessão de negociações bem sucedidas ocorridas nos últimos meses. O Egito encomendou em fevereiro ultimo 24 unidades e a Índia 36 aviões no dia 10 de abril .

Se os três contratos forem cumpridos por completo, as vendas internacionais do Rafale se aproximarão do Eurofighter Typhoon, modelo que alcançou a marca de 99 unidades exportadas.

Eric Trappier, chefe-executivo da Dassault, disse que a escolha do Rafale pelo Qatar demonstra as qualidades operacionais do avião e confirma a confiança na companhia dos operadores que já usam o Mirage 2000.

Ivan Plavetz

Fonte: Tecnologia & Defesa

5 Comments

  1. Pra infelicidade da americanalhada nojenta e enraivecida! Mais vendas do Rafale!! Para a nossa alegria!!

    😀

    • Não entendo porque você usa vários nicknames e ainda falsifica os nicknames dos outros para escrever por ai?

      Mentira tem perna curta…

      O único enraivecido e recalcado qui é você que em todos os sues comentários tenta atingir alguém.

      Você precisa de uma namorada, vida social vai te fazer muio bem!

      Pare de falsificar nicknames por ai, da para ver que é você.

    • Ah, parabéns ao franceses!!!

      Segundos os indianos, o Rafale é o melhor caça médio do mundo, seguido pelo Eurofigther e depois pelo Superhornet.

  2. Julio Brasileiro says:

    Em que pese a canastrice e a cafajestagem francesa, os Rafales sempre foram os meus preferidos. Perdeu por que também era o preferido também do Lula, e que por isso uma inundação de lero leros midiáticos foi criada, e negócios desandou, com uma ajuda francesa, azar do Brasil.
    Mas sempre acreditei que teríamos muito mais proveito com esse caça. Logico o ideal ainda seriam os Sukhoi, por que a Russia não costuma criar obstáculos para negociar seus caças de ponta. Diferente dos Yankes que até para seus chamados aliados criam uma série de condicionantes. Para o Brasil então, só aquilo que eles decidem, e cujas linhas de fabricações já estão como favas contadas.

    • Caro Julio,

      Esse episódio do “Rafale barrado” foi um “disse que não me disse” que no final fica até difícil julgar o que ocorreu… O que se sabe de certo nessa história toda é que houve minimamente um “ruído” em todo o processo licitatório, ao se anunciar alguma preferência ou ganhador antes que a FAB entregasse seu relatório final…

      Quanto ao produto russo, o problema não era ele em específico. Todo o processo de seleção seguiu estritamente a END, que privilegiou a cooperação tecnológica associada a requisitos específicos da Força, que nitidamente buscava por uma aeronave de geração 4.5, coisa que o Flanker não é.

      Em maior ou menor grau, todos os países impõem alguma espécie de restrição a exportação de suas armas. Tudo depende de até onde um país se encaixa no cenário político internacional em relação a quem vende…

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