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Video: BMD-4M Veiculo de Combate de Infantaria Aerotransportado

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Argentina rumo á compra de 20 unidades do FC-1 Thunder. *

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Durante sua viagem à China a presidente da Argentina, Cristina Fernandez de Kirchner, assinou uma série de acordos entre os dois países. Na área militar segue as negociações para a compra de 20 unidades do FC-1 Thunder para reequipar a Força Aérea Argentina e substituir os seus Mirage IIIEA, operados pela VI Brigada Aérea, na base de Tandil. Devido ao problema de falta de recursos e de boas linhas de créditos o governo ficou impossibilitado de adquirir aviões de combate mais modernos além do fato de que qualquer aeronave que conte com equipamentos fabricados pelo Reino Unido e passível de embargo. Devido a esse fato o Governo Argentino se voltou para a Rússia e China como seus potenciais parceiros econômicos e na área militar. Segundo notícias que foram divulgada em sites especializados o Governo Russo havia ofertado um lote de aviões de ataque Su-24 porem seu alto custo operacional fez com que o comando da Força Aérea Argentina se voltasse para a China que ofereceu o FC-1 Thunder. Segundo informações o ministério da defesa Argentino e Chinês estão discutindo as cláusulas do contrato entre outras questões referente ao acordo.

JF-17-Thunder-wikimedia

O FC-1 (Fighter China-1) Xiaolong é resultado de um programa de desenvolvimento Sino-Paquistanês, que começou em 1999, cada lado contribuindo com 50% do custo total do desenvolvimento. A Chengdu Aircraft Corporation (CAC) é a contratada principal, enquanto o Pakistani Aeronautical Complex (PAC) é o responsável pelo serviço pós-venda e pela manutenção. O FC-1 e uma avião monoplace e monomotor equipado com uma turbina a jato Klimov RD-93 russa, derivada da RD-33 do MiG-29. O FC-1 alcança a velocidade de Mach 1,8 em altitude e tem raio de ação de combate de 1.350km o que lhe permite voar te as ilhas malvinas tranquilamente. O FC-1 pode levar um canhão interno GSh-23 de 23mm ou GSh-30 de 30mm. O caça tem 7 pontos duros para armamentos, podendo levar até 3.700kg. Tem capacidade BVR com mísseis PL-12/SD-10 de radar ativo, desenvolvidos pela China. Ele também pode empregar mísseis WVR AIM-9 ou similares ocidentais e os equivalentes chineses PL-7, PL-8 ou PL-9.

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 FONTE: AirRecognition

*  A compra do FC-1 Thunder ainda não foi efetivada estando ainda em forma de negociação. O antigo titulo havia sido traduzido de forma errada o autor pede desculpas aos leitores.

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Conflitos Geopolítica Ucrânia

Ucrânia/OTAN: Repúblicas de Donetsk e Lugansk exigem não alinhamento

As autoridades das Repúblicas de Donetsk e Lugansk (RPD e RPL) planejam forçar a manutenção do status de não alinhamento da Ucrânia, diz-se num comunicado conjunto dos representantes das repúblicas autoproclamadas em Minsk, Denis Pushilin e Vladislav Deinego.

“Qualquer movimento de Kiev em direção da OTAN ou de qualquer outra aliança militar antirrussa é inaceitável para nós. Neste caso iremos imediatamente romper a colaboração com Kiev e consideraremos os acordos de Minsk como nulos”, diz-se no comunicado publicado nesta segunda-feira (16) no site da agência de notícias de Donetsk.

Os representantes também anunciaram que irão solicitar a abolição de todas as decisões das autoridades políticas e militares da Ucrânia relativamente à declaração e manutenção da operação militar em Donbass.

Kiev está realizando, desde meados de abril, uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas, chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de 5.000 civis já foram vítimas deste conflito.

Desde 9 de janeiro, a intensidade dos bombardeios na região aumentou, bem como o número de vítimas do conflito. Isto fez regressar ambas as partes às negociações.

O novo acordo de paz, acordado previamente entre os líderes da Rússia, da Ucrânia, da França e da Alemanha, inclui um cessar-fogo global no leste da Ucrânia, que deve entrar em vigor no próximo domingo (15). Segundo o acordo, o armistício deve ser seguido pela retirada das armas pesadas da zona de conflito, operação que deve começar “o mais tardar no segundo dia do cessar-fogo e estar concluída no prazo de 14 dias”.

Fonte: Sputnik

 

 

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Conflitos Defesa Geopolítica Negócios e serviços Rússia

UE publica nova lista de sanções contra a Rússia

UE publicou a nova lista de sanções contra pessoas que, segundo a União Europeia, são culpadas de desestabilização da situação na Ucrânia.

Na lista foram incluídas 19 pessoas, inclusive o vice-chefe do exército da República Popular de Donetsk Eduard Basurin, o cantor e deputado russo Iosif Kobzon e outro deputado russo, Valery Rashkin.

Na lista tem ainda vários representantes e comandantes militares das autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk.

Além disso, a lista de sanções inclui várias pessoas jurídicas, como, por exemplo, o movimento Novorossiya.

União Europeia impôs o primeiro conjunto de proibições de viagem e congelamento de bens contra pessoas e entidades supostamente responsáveis por desestabilizar a Ucrânia em março de 2014.

Ainda no ano passado, os Estados Unidos, a União Europeia e os seus aliados acusaram a Rússia de se intrometer no conflito ucraniano, inclusive prestando uma suposta assistência militar para os separatistas da região de Donbass, que haviam declarado independência por se recusarem a reconhecer a legitimidade do novo governo em Kiev chegado ao poder depois de um golpe de Estado em fevereiro.

Desde março de 2014, o Ocidente já impôs várias rodadas de sanções contra Moscou, visando não só indivíduos de alto escalão, mas também os setores bancários, de energia e de defesa da Rússia.

O Kremlin tem repetidamente negado qualquer envolvimento na crise interna da Ucrânia e qualifica as sanções como contraproducentes. Em resposta às sanções ocidentais, Moscou impôs uma proibição de um ano sobre a importação de certos alimentos dos países que impuseram restrições.

Fonte: Sputnik

Rússia: decisão da UE de expandir sanções provoca resposta adequada

A expansão da lista de sanções da União Europeia não beneficia a oportunidade de encontrar uma solução para o conflito ucraniano, a Rússia irá responder de forma adequada, afirmaram na segunda-feira no Ministério das Relações Exteriores.

De acordo com o ministério, as novas sanções da UE são absurdas e contrárias ao senso comum.

“Uma coisa é clara — essas decisões, que serão seguidas de uma resposta adequada, são contrárias ao senso comum e não contribuem para encontrar uma solução do conflito ucraniano”, disseram no ministério.

O Ministério das Relações Exteriores russo fez saber que “tais decisões são particularmente absurdas no pano de fundo das negociações em Minsk em 12 de fevereiro”, onde participaram os líderes dos principais países da UE. Parece que Bruxelas e as capitais dos estados membros da UE já não controlam o processo de adoção de sanções ou querem criar uma falsa impressão de que essas medidas afetam a Rússia, se diz no comunicado da chancelaria.

UE publicou a nova lista de sanções contra pessoas que, segundo a União Europeia, são culpadas de desestabilização da situação na Ucrânia.

Na lista foram incluídas 19 pessoas, inclusive o vice-chefe do exército da República Popular de Donetsk Eduard Basurin, o cantor e deputado russo Iosif Kobzon e outro deputado russo, Valery Rashkin.

Fonte: Sputnik

Ex-chanceler francês: França deve fornecer navios Mistral à Rússia

O antigo ministro do Exterior francês Roland Dumas disse que o seu país deve fornecer os porta-helicópteros Mistral encomendados pela Rússia.

Falando nesta segunda-feira (16) na rádio RMC, o ex-político chamou às sanções antirrussas impostas por França de “grande erro”.

Roland Dumas é um advogado e político socialista francês que ocupou o cargo do ministro do Exterior sob o presidente da França François Mitterrand desde 1984 até 1986 e desde 1988 até 1993. Foi também presidente do Conselho Constitucional entre os anos 1995 e 1999.

Anteriormente nesta segunda-feira (16) o ministro da Defesa da França Jean-Yves Le Drian disse à mesma emissora RMC que a questão da entrega dos Mistral à Rússia não está na agenda.

Em Janeiro, o ministro da Defesa tinha afirmado que o cessar-fogo completamente respeitado na Ucrânia e um roteiro de regularização política no país são as condições necessárias para o cumprimento do contrato entre a França e Rússia.

O presidente francês Francois Hollande disse, após as negociações em Minsk, que ainda não tem condições para o fornecimento dos navios à Rússia apesar dos novos acordos sobre a regularização da crise ucraniana.

A companhia russa de exportação e importação de armamentos Rosoboronexport assinou com a companhia francesa DCNS um contrato para a construção de dois navios deste tipo em junho de 2011. As partes posteriores dos porta-helicópteros foram construídas no estaleiro russo Baltiysky (que faz parte da Corporação Unida de Construção Naval) em São Petersburgo. O acoplamento com as partes anteriores e as obras de acabamento foram efetuadas no estaleiro da companhia STX France, em Saint-Nazaire.

O primeiro navio de desembarque Vladivostok a França deveria ter sido entregado em14 novembro de 2014. O segundo navio deverá ser entregado até o final de 2015.

Mais cedo o presidente francês, François Hollande, disse que decidiu suspender a entrega do primeiro dos navios (Vladivostok) por causa da situação na Ucrânia. Por sua vez, a Rússia declarou que está à espera do navio ou da restituição do dinheiro.

Fonte: Sputnik