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América do Sul Conflitos

Rapidinhas da Venezuela: Exercito Venezuelano anuncia construção de Centro de Guerra na Selva na Fonteira com a Guiana.

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O Comando do exercito venezuelano (Ejército Nacional de Venezuela) anunciou  no inicio de Janeiro ultimo a construção de um centro de treinamento de guerra na selva. O novo centro de guerra na selva será instalado na ilha fluvial de Anacoco localizada na confluência do rio Cuyuni e do rio Venamo, perto do povoado de San Martín de Turumbán  na fronteira Guiana-Venezuela (A Venezuela, que reivindica uma grande parte da Guiana ocidental (uns 159 500 km²), sob a denominação de Guaiana Essequiba ocupou e anexou à metade guianesa da ilha em 1966, e é administrada como parte do Estado de Bolívar. Em 14 de outubro de 1966 a Venezuela construiu um aeroporto na ilha com a oposição do governo da Guiana. A Venezuela atualmente ocupa toda a ilha de Anacoco, onde instalou uma base militar).

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Através de mensagem postada na sua conta oficial do Twiter (EjercitoFanb) informou que o Comandante do exercito nacional da Venezuela Mayor General Gerardo Izquierdo Torres visitou a ilha onde destacou o excelente trabalho dos militares estacionados na base de segurança territorial instalada na ilha. O Comandante também conheceu de perto as obras de construção da nova Escola de Guerra na Selva. A nova escola foi criada mediante resolução do Ministério da Defesa assinada em dezembro de 2013 no qual recebeu o nome de Centro de Adestramento de Infantaria de Selva General de Divisão José Pascual Luces (Centro de Adiestramiento de Combate de Infantería de Selva General de División José Pascual Luces). Cabe ressaltar que o Governo da Guiana declara que estuda uma solução judicial via corte Internacional de Justiça para resolver seu impasse com a Venezuela sobre o Território Essequibo  que espera tomar uma decisão definitiva ainda em 2015. O Governo Bolivariano respondeu ratificando os direitos de soberania da Venezuela sobre o Território Essequibo  e considerou um ato não amistoso a ação pretendida pela Guiana.

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Fonte: FavClub

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Guerra Síria: Um comprimido de anfetamina…, + 48 horas sem comer nem dormir nem sentir frio

“Senhores da guerra” lucram com o narcotráfico

Depois de quatro anos de guerra, a Síria se tornou centro produtor e mercado consumidor para o lucrativo negócio do contrabando. Com as forças de segurança sobrecarregadas pelo esforço bélico e pelo menos 40% do território fora do controle do Estado, os senhores da guerra lucram com o comércio de armas e, desde 2013, também com as drogas. Uma anfetamina, popularmente conhecida como Captagon (sua antiga marca comercial), tornou-se a primeira em vendas entre as substâncias ilegais. Sua produção, assim como seu consumo, aumentou vertiginosamente no país, onde os combatentes apelam a esse estimulante para resistir ao desgaste no campo de batalha.

“Em pleno fronte, um comprimido de Captagon permite aguentar até 48 horas sem comer nem dormir nem sentir frio”, relata via Skype, do Norte da Síria, Abu Mazen, combatente de seus trinta e tantos anos de uma facção rebelde. “Em um confronto em Alepo meu companheiro foi ferido na perna e não sentiu nada por uma hora”, diz o miliciano. Alguns soldados afirmam que, entre as forças regulares sírias, também há o consumo. “É menos habitual, mas às vezes aqueles que perderam um companheiro ou não conseguem administrar o estresse recorrem ao Captagon”, diz Elias, ex-membro da Defesa Nacional Síria.

A cobiçada pílula é vendida por 12 a 55 reais a unidade, nada acessível para a paupérrima economia síria. Produzida no Ocidente nos anos sessenta, era usada como remédio para tratamento de hiperatividade e de depressão. Foi proibida nos anos oitenta por gerar dependência. Desapareceu do mercado europeu para ressurgir no Oriente Médio. Os países do Golfo se tornaram seus principais consumidores. A polícia saudita apreende 55 milhões de comprimidos por ano, cerca de 10% do total das vendas, segundo relatórios do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC).

O ano de 2013 é um divisor de águas no tráfico de Captagon. A Síria emerge como exportador regional de uma variação da substância, barata e fácil de fabricar, o que fez cair em cerca de 90% a produção libanesa. As porosas fronteiras com o Líbano e com a Turquia são as rotas preferidas para sua exportação para o Golfo. “Em agosto de 2013 realizamos uma importante operação antidrogas em Bekaa (região de fronteira com a Síria), apreendendo 5 milhões de comprimidos de Captagon produzidos na Síria e escondidos em um caminhão. Vale 100 milhões de dólares (270 milhões de reais) no mercado”, diz o general Ghassan Chamseddine, diretor da Unidade Antidrogas das Forças de Segurança Interior libanesas. “Antes de 2013, eram interceptadas pequenas quantidades, de 50.000 unidades. Mas nossa luta na época se concentrava no tráfico de cocaína trazida de países da América Latina e na exportação de haxixe para o Norte da África e para a Europa”, acrescenta.

Os senhores da guerradiversificaram suas receitas obtidas com a venda ilegal de petróleo, fazendo do narcotráfico uma importante fonte de financiamento para compensar a desvalorização da libra síria e o encarecimento das armas. Segundo dados do jornal norte-americano Christian Science Monitor, o preço do popular rifle de assalto russo AK-47 passou de cerca de 2.000 reais para mais de 4.500 reais desde o início do conflito, em março de 2011.

O consumo de anfetaminas e antidepressivos se estende também à população civil, exasperada por uma guerra sem fim. “Há boatos sobre o consumo de Captagon, mas normalmente se trata de antidepressivos ou ansiolíticos, como o Prozac. O consumo aumentou muito em Damasco, refúgio da maioria dos deslocados, portadores de graves traumas psicológicos”, afirmou em novembro um voluntário de uma ONG local em Damasco.

Fonte: El País

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Conflitos Geopolítica Ucrânia

Ucrânia: Merkel e Hollande levam proposta de novo acordo de paz

Merkel, Poroshenko e Hollande em Kiev

Merkel e Hollande levam proposta de novo acordo de paz para o leste da Ucrânia. Kerry admite que EUA não descartam envio de armas aos militares ucranianos, enquanto Moscou adverte que entrega causaria “dano colossal”.

Com a intensificação do conflito no leste da Ucrânia, líderes ocidentais foram a Kiev, nesta quinta-feira (05/02), para novamente pleitear uma solução diplomática ampla, visando acabar com os combates entre soldados ucranianos e separatistas pró-Rússia.

A chanceler federal alemã, Angela Merkel, acompanhada do presidente francês, François Hollande, e secretário de Estado dos EUA, John Kerry, se encontraram, em reuniões separadas, com o presidente ucraniano, Petro Poroshenko. A viagem de Merkel e Hollande foi decidida de última hora diante do acirramento do conflito, enquanto a de Kerry fora previamente agendada.

Enquanto Kerry pediu que a Rússia demonstre comprometimento com uma solução pacífica, deixando, no entanto, em aberto se os EUA enviarão armamento à Ucrânia, Merkel e Hollande – que já se declararam contrários ao envio de equipamento militar – levaram uma nova proposta para encerrar o conflito.

Após o jornal alemão Süddeutsche Zeitung divulgar supostos detalhes do plano franco-alemão, um porta-voz do governo em Berlim desmentiu as informações, dizendo que eram “falsas”. O diário escreveu que a proposta previa um cessar-fogo imediato e a concessão de mais autonomia aos separatistas do leste da Ucrânia. Nesta sexta-feira, Merkel e Hollande viajam a Moscou.

Kerry: “Escolhemos a diplomacia”

Falando a jornalistas após uma reunião com Poroshenko, Kerry disse que a agressão russa ao leste da Ucrânia éum problema sério, que deve ser resolvido diplomaticamente, mas alertou que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, está revendo a possibilidade de fornecer armasde defesa aos militares ucranianos.

“Queremos uma solução diplomática, mas não podemos fechar os olhos para os tanques que estão atravessando a fronteira com a Rússia e entrando em território da Ucrânia. Não podemos fechar os olhos para soldados russos usando uniformes sem insígnias cruzando a fronteira e liderando os chamados separatistas no campo de batalha”, disse Kerry.

Além disso, o secretário americano pediu que a Rússia cesse seu apoio militar aos rebeldes, trazendo-os à mesa de negociação. “A nossa escolha é a diplomacia”, finalizou.

“Não estamos buscando um confronto com a Rússia. Ninguém está. Nem Poroshenko, nem os Estados Unidos, nem a comunidade europeia”, esclareceu Kerry.

“Dano colossal”

Moscou advertiu que uma eventual entrega de armas pelos Estados Unidos à Ucrânia causará um “dano colossal” às relações entre os EUA e Rússia. Além disso, o governo russo iria classificar a decisão como uma ameaça à segurança da Rússia.

“Indubitavelmente, se tal decisão for tomada, vai causar danos colossais às relações entre EUA e Rússia, especialmente se os residentes de Donbass [as regiões separatistas de Donetsk e Luhansk] começarem a ser mortos por armas americanas”, disse o porta-voz do Ministério do Exterior russo, Alexander Lukashevich.

Fonte: DW.DE

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AC-390 – EFESTOS: Aeronave de ataque e combate-SAR

Concepção artística do hipotético AC-390, arte Junio Pinheiro para o Plano Brasil.

16/08/2010 by E.M.Pinto

Falta a FAB uma aeronave pesada capaz de prover apoio aéreo aproximado direto à tropas terrestres, escolta de comboios ou mesmo em operações urbanas. Esta aeronave é de fundamental importância para regiões como Amazônia e Pantanal, onde grupos insurgentes incautos na selva tornam difícil o combate para as forças que lá se encontram.

Outra função importante que o AC-390 executaria seria a de interdição aérea, missão a qual a aeronave é usada como plataforma de ataque contra alvos pré-selecionados ou mesmo alvos de oportunidade. Serviria de plataforma de defesa de e proteção de forças terrestres, bases aéreas e de posições de tropas.

 

 

Devido aos seus sistemas de aquisição de alvos tais como radar e FLIR e seu sistemas de armas, este tipo de aeronave também chamadas de Gunship, pode efetuar uma gama variada de missões como por exemplo busca e resgate, localizando os sinistrados efetuando o apoio de fogo a força de resgate em seguida e destruindo alvos estratégicos.

Porém seus sensores podem ser empregados em missões de vigilância, patrulha e reconhecimento.

As missões primárias do AC-390 seriam

  • Apoio aéreo aproximado
  • Interdição aérea
  • Proteção de forças terrestres
  • Combate-SAR
  • Apoio a salvamento
  • Reconhecimento armado

O AC-390 seria uma ferramenta valiosa na defesa da Amazônia e Pantanal e uma arma terrível contra insurgentes, narcotraficantes e contrabandistas que violassem a fronteira ou que hostilizassem ordem pública e a soberania do país.

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Brasil busca Helicópteros de combate de Última Geração en Rússia

Foto: Sgt-Johnson Força Aérea Brasileira
Foto: Sgt-Johnson Força Aérea Brasileira

Tradução e  adaptação: E.M.Pinto

Estreita-se a aproximação entre Brasil e Rússia em defesa. O país sul-americano busca helicópteros de combate russos de um modelo que possa atender às suas necessidades. Além disso, ambos os países vão negociar um acordo de cooperação o qual prever ao Brasil transferência de tecnologia para a fabricação doméstica.

O embaixador do Brasil em Moscou, Antonio José Vallim Guerreiro, disse ontem em entrevista à RIA Novosti que uma delegação do “Departamento de Defesa visitou a Rússia para conhecer os modelos helicópteros de última geração.”Vallim destacou o “interesse” pela tecnologia russo pelos brasileiros  bem como, o  aumento da oferta de equipamentos que começou em 2008 com a assinatura de um contrato de fornecimento de 12 helicópteros Mi-35, cuja a última entrega foi feita em dezembro de 2014.150204_Mi_35-Brasil

Brasil e Rússia planejam uma grande parceria, cujo início se deu em dezembro passado em São Paulo, durante uma entrevista entre o vice-presidente do Brasil, Michel Temer, que por sua vez é o co-presidente da Comissão Bilateral de Cooperação com os Rússia, e do vice-primeiro-ministro russo encarregado da Indústria da Defesa, Dmitry Rogozin.

 colaboração entre os dois países, como Rogozin lembrou, é de fato em projetos de infraestrutura, como o chamado GLONASS sistema russo de posicionamento global. Quanto à possibilidade de novos acordos, o oficial russo informou não só os fatos, mas anunciou a próxima assinatura de diferentes “acordos de cooperação como espacial, nuclear, aeroespacial, construção naval e de eletrônicos.”

Rogozin também deu o exemplo das possibilidades de cooperação entre a participação dos dois países em projetos como a criação de um centro de manutenção e reparação de helicópteros russos “em território brasileiro”.

Neste sentido, o oficial russo ressaltou que o Brasil tem um grande interesse na tecnologia russa, mas que não se restringe apenas a aquisições mas sim em desenvolvimento conjunto em seu próprio território.

Fonte: Infodefesa

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Conflitos Geopolítica Terrorismo

Quanto avançou a luta contra o ‘Estado Islâmico?’

AFP
Ofensiva contra Estado Islâmico na Síria e no Iraque começou há sete meses, mas ainda é cedo para apontar vitoriosos, dizem analistas

O vídeo do autodenominado “Estado Islâmico” que supostamente mostra um militar jordaniano sendo queimado vivo reabriu o debate sobre os avanços e limites da guerra que levou a formação de uma coalizão internacional contra o grupo.

Na guerra nos campos militares e da informação, o vídeo pode ser entendido como uma batalha entre tantas outras.

As imagens, cuja autenticidade não pode ser confirmada, seriam de Moaz al-Kasasbeh, o piloto capturado pelo grupo quando seu avião caiu na Síria durante uma missão de apoio à coalizão.

Dias antes, o “Estado Islâmico” veiculou a notícia da decaptação do refém japonês Kenji Goto, levando Tóquio a anunciar maior apoio aos países que combatem o grupo, principalmente no Iraque e na Síria.

Leia mais: O Estado Islâmico vai substituir o Talebã no Afeganistão?

Nesse contexto, um grande ataque na capital líbia, Tripoli, realizado por militantes leais ao Estado Islâmico, levou analistas a alertar para o alcance do grupo no norte da África.

Mas, ao mesmo tempo, o Estado Islâmico perdeu uma importante batalha na cidade síria de Kobane, retomada por forças curdas na semana passada com ajuda dos Estados Unidos.

Durante vários meses, Kobane havia se tornado um ponto-chave na batalha: a região foi alvo de grande parte dos ataques aéreos americanos contra o EI.

Recrutamento

A violência, as decapitações e as ameaças do “Estado Islâmico” têm o claro objetivo de chocar a opinião pública global e enviar uma forte mensagem política a Washington. No caso de Kasasbeh, a mensagem também teve natureza militar pois, diferentemente da maioria dos reféns decapitados – em sua maioria civis -, o piloto participou de operações da coalizão.

AFP
Morte de Kenji Goto emocionou o Japão

O Estado Islâmico também tem uma força considerável nos países onde atua. Algumas estimativas sugerem que controla um terço do Iraque e da Síria, além de ter grupos fiéis em países como a Líbia.

“Não conseguimos expulsá-los de partes significativas de território”, disse à BBC Thomas Sanderson, co-diretor do projeto de ameaças transnacionais do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em Inglês), em Washington.

Leia mais: Por que a violência extremista cresceu em 2014?

Sanderson diz que houve um aumento no número de combatentes estrangeiros ligados ao grupo: de 15 mil há alguns meses para 19 mil.

“O fluxo de combatentes estrangeiros provenientes do mundo árabe e de outras áreas é uma prova da força da contranarrativa do ‘Estado Islâmico’ e sua capacidade de converter soldados em máquinas de morte leais, prontos para dar a vida pelo grupo”, disse à BBC Fawaz Gerges, professor da London School of Economics and Policial Science (LSE) de Londres.

Guerra de longo prazo

O governo americano reconheceu na terça-feira que o “Estado Islâmico” tem grande “habilidade” para recrutar e admitiu que este será um problema de longo prazo para a guerra.

“Nós sabemos que eles são capazes de convocar mais pessoas para lutar”, disse o secretário de imprensa do Pentágono, almirante John Kirby.

Mas isso não significa, necessariamente, que o grupo jihadista esteja vencendo a guerra. Na verdade, os EUA acreditam terem avançado consideravelmente desde o início das operações no ano passado.

Leia mais: O que é o jihadismo?

Em seu recente discurso sobre o Estado da União, no Congresso, o presidente Barack Obama disse que seu país está impedindo o avanço da milícia através da coalizão aérea militar e do apoio à oposição moderada na Síria.

Autoridades americanas também ficaram satisfeitas com a retomada do controle de 90% do Kobane.

O Comando Central do Exército, que lidera as operações no Iraque e na Síria, disse que, embora a guerra esteja longe de terminar, a derrota do “Estado Islâmico” em Kobane mostra que o grupo abriu mão de um de seus objetivos estratégicos, e teve sua capacidade afetada.

“A tenacidade das forças contra o ‘Estado Islâmico’, bem como os ataques aéreos da coalizão, têm degradado a capacidade do grupo para comandar e controlar forças; recrutar, treinar e reter combatentes; obter receitas provenientes da venda de petróleo; e manter sua moral”, disse o comunicado.

Mas eles também acreditam que, sete meses depois do início da ofensiva, ainda falta muito para vencer o grupo. Kirby disse na semana passada que a guerra pode durar entre três e cinco anos.

“No campo de batalha não há claramente nenhum vencedor nem ganhador”, avalia Jonah Blank, analista da Rand Corporation, um centro de estudos com sede na Califórnia.

Fonte: BBC Brasil

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Defesa Sistemas de Armas Tecnologia Traduções-Plano Brasil

Russian Helicopters JSC está desenvolvendo um helicóptero de 5ª Geração Furtivo

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Imagem meramente ilustrativa.

 

 Tradução e adaptação: E.M.Pinto

Segundo a imprensa russa, a Russian Helicopters JSC está desenvolvendo uma aeronave de ataque de 5ª geração, um  helicóptero furtivo de alta velocidade.

 ” Os dois principais escritórios de projeto do país , a Mil e Kamov tem duas versões diferentes da mesma aeronave: a Mil  Mi propõe um a aeronave de um rotor enquanto a Kamov apresenta uma versão de dois rotores ” , comentou o Sr. Shibitov ( Conselheiro Executivo) .

 Embora os detalhes não tenham sido tornados públicos, os requisitos gerais por parte dos militares dão-nos uma dica sobre o que se espera do projeto.

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A Kamov realizou nos finais dos anos 80 um estudo para o desenvolvimento de um helicóptero de 5ª Geração que recebeu o código de KA-58, mas que foi abortado por questões orçamentárias.

 A aeronave selecionada deverá ser:

  • Leve
  • Silenciosa
  • Baixa visibilidade visual
  • Tripulação de dois pilotos ( configuração tandem, possivelmente)
  • Longo alcance
  • Sistema de controle de arma inteligente
  • Possuir capacidade de combate contra outras aeronaves
  • Velocidade máxima entre 500-600 km / h
  • Sistemas de análise de trilhas de solo promovidas por veículos ou tropas
  • Inteligência artificial

Fonte: Asian Defence News

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Conflitos Destaques Geopolítica Ucrânia

Ucrânia: Devido ao agravamento estou pronto para declarar a lei marcial em todo o país – Poroshenko

“Caso o conflito continuar a agravar-se, eu estou pronto para declarar a lei marcial em todo o país”, declarou Poroshenko em entrevista ao jornal espanhol El Pais.

O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, declarou em entrevista ao jornal El Pais que não exclui a possibilidade de introdução da lei marcial após o “regime especial”, para responder a situações de emergência na Ucrânia. Ao mesmo tempo, Poroshenko sublinhou que a lei marcial não é vantajosa para o país.

“Se o conflito continuar se agravando, eu estou pronto para declarar a lei marcial em todo o país e o Parlamento vai apoiá-lo. Eu não faço isso agora, porque [a lei] envolve a restrição da democracia, o que ameaçaria o desenvolvimento econômico. Quem vai a um país onde está estabelecida a lei marcial?”, disse Poroshenko.

Segundo ele, as autoridades ucranianas estão a espera de receber bilhões de dólares em investimentos ao longo dos próximos meses.

“Agora, a situação é muito complicada porque temos de reformar a economia e, ao mesmo tempo, conduzir uma guerra fastidiosa e evitar a sua propagação”, declarou o líder ucraniano.

O presidente também disse que não estava considerando a possibilidade de uma força de paz entrar no território da Ucrânia — nem russa nem internacional: “Nós não precisamos de forças de ocupação, e não há necessidade de forças de manutenção da paz, a Ucrânia pode controlar as suas fronteiras”.

Fonte: Sputnik

 

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OTAN: General Philip Breedlove alerta sobre reação russa ao fornecimento de armas à Ucrânia

O comandante militar das forças dos EUA e OTAN na Europa, general Philip Breedlove, acha que cada movimento para fornecer armas letais à Ucrânia deve considerar a possível reação dura por parte da Rússia.

Breedlove disse, durante o encontro de ministros da Defesa dos países-membros da OTAN, que cada ação dos EUA ou das outras nações ocidentais “pode levar a uma reação mais brusca da Rússia”.

As suas advertências chegam em meio de indícios de que os EUA consideram a possibilidade de fornecer armas letais a Kiev devido ao recomeço das hostilidades no leste da Ucrânia.

Tanto Breedlove como outros altos funcionários norte-americanos acham que este conflito não tem solução militar mas dizem que a Ucrânia tem o direito de defender-se. Porém outros aliados dos EUA na OTAN, como, por exemplo, a Alemanha ou Reino Unido, estão exprimindo dúvidas ou até se opõem à ideia de fornecer armas letais ao lado ucraniano.

Kiev está realizando desde meados de abril uma operação militar para esmagar os independentistas no leste da Ucrânia, que não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas chegadas ao poder em resultado do golpe de Estado ocorrido em fevereiro de 2014 em Kiev. Segundo os últimos dados da ONU, mais de 5.000 civis já foram vítimas deste conflito.

Desde 9 de janeiro, a intensidade dos bombardeios na região aumentou, bem como o número de vítimas do conflito.

O Ministério da Defesa da Ucrânia anunciou que as Forças Armadas ucranianas estão a aumentar os efetivos em todas as zonas onde ocorrem combates. Os independentistas, por seu turno, declararam que fizeram “avançar a linha da frente” para evitar os bombardeios de zonas residenciais das cidades por parte do Exército ucraniano.

A Rússia considera que os últimos acontecimentos na região de Donbass comprovam os piores receios: Kiev tenciona resolver a situação por via militar.

Fonte: Sputnik

 

 

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OTAN: Força de Reação Rápida terá 30.000 homens

Imagens meramente ilustrativas

Parte desta força reforçada incluirá a criação do grupo de alerta máximo, que deverá dispor de cerca de 5.000 homens, capazes de um deslocamento rápido em qualquer operação terrestre, naval ou aérea.

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) tem a intenção de aumentar a sua Força de Reação Rápida de 13.000 para 30.000 soldados, declarou o secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg na quinta-feira, 5 de fevereiro.

“É a resposta para o que estamos vendo a Rússia fazer ao longo de um período de tempo, a decisão está em plena conformidade com as nossas obrigações internacionais”, acrescentou Stoltenberg, referindo-se à crise na Ucrânia.

O secretário-geral também disse que espera que os ministros decidam sobre a criação de seis unidades de comando e controle, a serem localizadas em seis dos aliados orientais da OTAN, servindo como uma ligação entre a defesa nacional dos países e as forças da OTAN.

A OTAN está reforçando a sua presença militar na Europa Oriental, à luz da crise ucraniana, acusando a Rússia de estar envolvida no conflito. Moscou tem repetidamente negado as acusações e expressou preocupação com o grande aumento de forças da OTAN ao longo da sua fronteira ocidental.

 

Fonte: Sputnik

 

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Revision Military – Exoskeleton Integrated Soldier Protection System

https://www.youtube.com/watch?v=RKcqHaPhkkM

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Vídeo: Sikorsky S 97 RAIDER inicia testes de solo

https://www.youtube.com/watch?v=MOCPZibAXBU