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Geopolítica

África do Sul é convidada a integrar o Bric

http://dianhasan.files.wordpress.com/2009/12/south-africa_flag.jpgChina convida África do Sul para integrar Bric, diz agência

JOHANNESBURGO (Reuters) – A China convidou a África da Sul para integrar o grupo de quatro países emergentes Bric, informou nesta sexta-feira a agência notícias da estatal chinesa Xinhua.

O ministro das Relações Exteriores chinês, Yang Jiechi, disse que o Bric aceita a África do Sul, maior economia da África, como membro pleno do grupo que atualmente inclui Brasil, Rússia, Índia e China, de acordo informações da Xinhua.

A China, principal parceira comercial da África do Sul, vai convidar o presidente sul-africano, Jacob Zuma, para participar da reunião de cúpula com líderes do Bric que Pequim vai organizar no próximo ano, completou a agência.

A África do Sul é a 31ª maior economia do mundo, segundo dados do Banco Mundial divulgados em 2009.

Os países-membros do Bric têm conquistado grande influência para o seu grupo.

A África do Sul entrou com pedido de entrada ao Bric durante a reunião de líderes do G20 em novembro em Seul, disse presidente da Rússia, Dmitry Medvedev, em uma reunião.

A economia sul-africana deve crescer cerca de 3% este ano, projetou o governo.

(Reportagem de Jon Herskovitz).

Fonte: Reuters

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Guerra das Malvinas 1982 – Homenagem aos BRAVOS pilotos Argentinos

Autor: konner

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Sugestão: Novo Brasuk

“Os hermanos foram guerreiros e bravos pilotos, merecem nosso respeito.”

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Brasil deve mandar fragata para o Líbano

LUIS KAWAGUTI
DE SÃO PAULO

O Brasil planeja enviar no ano que vem navios militares para o Oriente Médio, uma das regiões mais tensas do planeta. Junto, embarcariam ao menos 200 militares.

Este é o plano da Marinha, segundo revelou à Folha o contra-almirante Luiz Henrique Caroli, 52, indicado pelo Brasil para chefiar a força naval da Unifil, missão de paz da ONU no sul do Líbano cujo objetivo é evitar conflitos entre Israel e a milícia xiita do Hizbollah.

A incursão será a mais importante missão militar do país no exterior depois do Haiti, onde o Brasil comanda a força de paz da ONU (Organização das Nações Unidas). É parte da estratégia do governo Lula de aumentar a projeção global do Brasil.

O plano deve continuar no governo Dilma Rousseff. Para o envio da tropa e dos navios, é preciso aprovação do Congresso. A Marinha está confiante de que não haverá problemas, dada a maioria folgada que a presidente terá no Legislativo.

Veja os principais trechos de sua entrevista.

Folha – Quando o sr. assumirá o comando da força?
Luiz Henrique Caroli –
Faltam um decreto presidencial e uma portaria do Ministério da Defesa. Eu imagino que isso vá acontecer em janeiro do ano que vem.

O que essa força faz?
Cada navio vai para uma área de patrulha e, quando vê uma embarcação, se identifica como navio da ONU, pergunta se está indo para águas libanesas, a carga, o rumo, a velocidade, de onde veio e orienta uma rota para o porto. Quando há suspeita de que ele carrega armas, a Marinha libanesa é acionada para fazer uma inspeção.

Como foi a recepção dos governos libanês e israelense à participação do Brasil?
Nosso país tem tradição de tolerância e convivência pacífica. Todos viram de forma positiva. A Indonésia se candidatou a assumir a força, mas Israel não quis porque era um país muçulmano. O Itamaraty consultou o governo israelense, que se posicionou favoravelmente, e o governo libanês também.

A missão aumenta o prestígio do Brasil no Oriente Médio?
Acredito que sim. O Brasil não usa missão de paz para sustentar as Forças Armadas, usa como instrumento de política. O país quer se sentar à mesa que vai criar as normas para os outros. Para isso, tem que participar. E uma forma positiva de participação são as operações de paz. Nós, militares, vemos tudo isso de forma positiva, porque permite termos a experiência real que enriquece as pessoas e a instituição.

Inicialmente o Ministério da Defesa não autorizou o envio de um navio brasileiro para a missão, mas essa possibilidade ainda existe?
Existe sim, a gente fez um estudo que foi aprovado pelo comandante em chefe da esquadra, onde a Marinha está estudando a possibilidade de enviar um navio para compor a força marítima.

Qual seria a embarcação enviada?
Uma fragata, por ser um navio com mais capacidade de permanência. O comandante da Marinha vai decidir e vai conversar com o Ministério da Defesa. Sob as condições colocadas inicialmente pela ONU, de um longo tempo [de permanência], a gente achou que não daria para sustentar um navio lá, pela logística complicada de manter um navio no Oriente Médio. Mas, com a proposta do navio ficar menos tempo, a gente visualizou a possibilidade disso ocorrer.

Quanto tempo ele ficaria?
Dois a três meses e aí teria que ser substituído.

Mandariam um navio de cada vez para treinamento e depois o substituiriam?
Exato. Isso passa, antes da Marinha e da Defesa, pela aprovação do Congresso.

Quando isso aconteceria?
Eu diria que para o final do primeiro semestre de 2011. É bem exequível.

O Brasil não ficaria desguarnecido?
Não. Os distritos navais têm meios para fazer a patrulha do litoral. Um navio [a menos] não traria prejuízo.

Fonte:  Folha

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Fire-X – Conclui com sucesso o primeiro voo.

http://www.armyrecognition.com/images/stories/north_america/united_states/military_equipment/fire-x_uav/pictures/Fire-X_vertical_helicopter_unmanned_aircraft_aerial_vehicle_Northrop_Grumman_Bell_United_States_Defence_Industry_003.jpg

O Fire-X, um sistema de vôo vertical não tripulados (VUAS) desenvolvido pela Northrop Grumman Corporation e Bell Helicopter, uma empresa Textron, completou o primeiro vôo totalmente autônomo em 10 de Dezembro em Yuma Proving Ground, no Arizona, a menos de um ano após o começo do desenvolvimento do projeto.

“A velocidade na qual o Fire-X foi desenvolvido, mostra que, em um cenario de baixo risco, em uma solução de via rápida, podem ser facilmente percorridos através de sistemas não tripulados. Comprovada pela arquitetura do sistema de vôo autônomo MQ-8B Fire Scout, disse Paul Meyer, presidente do setor e vice-gerente-geral dos Programas Avançados e Divisão de Tecnologia em Sistemas da Northrop Grumman Aerospace. “Nós desenvolvemos um VUAS que atenda às crescentes necessidades de carga e de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR). Podemos agora ampliar a capacidade operacional Fire-X para atender às necessidades militares emergentes dos EUA em todos os serviços e Comando das Operações Especiais.”

O primeiro vôo envolveu um passe de curta duração para validar o sistema de forma segura e confiável do vôo autônomo. Testes de voo adicionais e o recolhimento de dados de confiabilidade será realizada nas próximas semanas. A integração de cargas, o sensor ISR e vôos de teste quanto a capacidade de carregamento de carga está definida para ocorrer no próximo ano.

http://rwrobotica.files.wordpress.com/2010/12/fire-x.jpg?w=300&h=225“A experiência da Northrop Grumman em sistemas não-tripulados, combinada com o conhecimento do helicópteros Bell é o que faz Fire-X tão bem-sucedido”, disse George Spongberg, a Northrop Grumman gerente do programa X-Fire. “Fomos capazes de compartilhar idéias-chave ao longo do desenvolvimento – permitindo uma transição suave de software de sistemas autónomos de vôo para uma nova estrutura.”

O primeiro vôo foi realizado em 11 meses após o desenvolvimento de quando começou. Foi conseguido pela integração comprovada do sistema autônomo do Fire Scout,  desenvolvido para a Marinha dos EUA com o grande sucesso no helicóptero Bell 407, um helicóptero certificado pela FAA, que esteve em serviço comercial em todo o mundo desde 1996.

O sistema 407 podem transportar sensores ISR e uma carga útil de mais de 3.200 libras – para os combustíveis, cargas e / ou carga externa,  transportando recursos – interna ou externamente. O Fire-X também será capaz de realizar missões ISR de até 16 horas e cargas de diversas missões em apoio ao Exército dos EUA e para os Fuzileiros Navais.

A aeronave de demonstração Fire-X irá reter a capacidade de ser pilotado opcionalmente pelo piloto – uma capacidade que pode ser atraente para os usuários militares devido à sua flexibilidade operacional.

Bell Helicopter, uma subsidiária da Textron Inc., é uma produtora líder de mercado de aeronaves comerciais e militares, tripuladas e nao tripuladas de vôo vertical e pioneiro na revolucionária aeronave tiltrotor. Reconhecido mundialmente por seu serviço ao cliente, na inovação e na qualidade superior. A força de trabalho global da Bell atende os seus clientes em mais de 120 países.

A Northrop Grumman Corporation é uma empresa líder em segurança global, cuja 120.000 funcionários fornece sistemas inovadores, produtos e soluções nos segmentos aeroespacial, eletrônica, sistemas de informação, construção naval e de serviços técnicos para clientes governamentais e comerciais em todo o mundo.

Fonte: Produção e Mecatrônica

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Paraguai interessado em adquirir lote dos jatos de ataque russo Yak-130

Seguindo com os planos de modernização de sua frota, a Força Aérea do Paraguai anunciou que pretende adquirir um lote dos jatos de treinamento avançado e ataque Yak-130, diretamente da Rússia.

A declaração foi feita pelo comandante da Força Aérea do Paraguai, General Christ Jacobs, que não forneceu mais dados sobre a possível compra, como a quantidade de exemplares a serem adquiridos, as funções que o jato assumiria na Força Aérea e quando os primeiros aviões seriam entregues.

Fonte: Revista Asas

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Tecnologia

DA-42 Twin Star MPP (Multi Purpose Plataform)

A Diamond Star, fabricante austríaca de avançadas aeronaves para a aviação geral, apresenta entre seus produtos o bi-motor DA-42 Twin Star MPP (Multi Purpose Plataform), quase todo construído em materiais compostos, o que se traduz em redução de peso, baixo consumo de combustível e grande resistência estrutural (1.260 Kg vazio).

Equipado com avançados sistemas de aquisição, comunicações via data link digital e câmeras multi-propósito, o avião pode atuar como um verdadeiro Mini Posto de Comando Aerotransportado em Rede, com excepcional consciência situacional para seus operadores proporcionada pela suíte de sensores, tudo transmitido para terra com grande velocidade. Forças de Segurança passam a dispor de capacidades até então inéditas, levando-se em conta o baixo custo operacional do MPP.

Torretas FLIR (infravermelho frontal), radares SLAR (radar aerotransportado de visada lateral) e escanners laser do tipo LMS-Q560 podem equipar o MPP, permitindo operar em diversas bandas de frequências radar, além do rastreamento via infravermelho e reconhecimento sensorial de alta definição proporcionado pelo escanner laser. Três opções de configuração.

Um show de tecnologia.

Roberto Caiafa

Fonte:  Cmra. Daniele Carreiro

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Espaço Tecnologia

China empresta US$251 mi à Bolívia para construção de satélite

REUTERS  —  O banco de desenvolvimento da China emprestará US$ 251 milhões à Bolívia para o financiamento do primeiro satélite de comunicações do país, de acordo com um contrato assinado pelas duas nações nesta quinta-feira.

A China Great Wall Industry Corp construirá o satélite a um custo de US$ 295 milhões. O governo da Bolívia financiará o valor restante. O satélite deverá ser lançado nos próximos três anos.

Os laços entre os dois países melhoraram no governo do presidente socialista da Bolívia, Evo Morales, o primeiro líder indígena do país. A nação andina é parceira natural para a China, nação ávida por commodities.

“Essa é a primeira cooperação de alta tecnologia entre os dois países… e acredito que nossas relações terão um futuro radiante”, disse o embaixador da China na Bolívia, Shen Zhiliang, durante a cerimônia de assinatura.

O satélite será usado para serviços de comunicações e de transmissão, assim como para projetos de educação à distância e de telemedicina, de acordo com um comunicado da companhia. Ele será batizado de Tupac Katari, em homenagem a um índio que liderou um levante contra os conquistadores espanhóis no século 18.

O papel cada vez maior da China na Bolívia marca uma guinada no país latino-americano, que por décadas dependeu da assistência norte-americana. Na América do Sul, apenas Brasil, Argentina e Venezuela têm satélites de comunicação próprios em órbita.

Fonte:   Terra